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O violão é uns dos instrumentos mais versáteis. Com ele você pode tocar rock, MPB, samba e todos os estilos musicais.
Existem duas hipóteses sobre o surgimento do violão. A primeira é que o instrumento seria derivado da chamada “Khetara grega”, que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar “Cítara Romana”, era também denominada de “Fidícula”.
Por volta do século I d.C. com os romanos, este instrumento se assemelhava a “Lira” e com o tempo foi sofrendo transformações, aos poucos ganhou braço de três cravelhas, três cordas e nos braços foram feitas divisões transversais e com a posição horizontal assumiu as características do violão atual.
A outra hipótese é de que o violão teria sido derivado do “Alaúde Árabe” que foi levado para a península Ibérica através das invasões muçulmanas. O instrumento se adaptou as atividades culturais da época e fazia parte das atividades da corte. Acreditava-se que desde o século VIII tanto o instrumento de origem grega como o Alaúde Árabe viveram mutuamente na Espanha.
Portanto, a origem e a evolução do violão estiveram intimamente ligadas à Espanha e a sua história.
A maioria dos músicos sabe tocar ou se iniciaram na música com o violão. O instrumento é fácil de aprender e você pode adquirir conhecimento com revistas de cifras e tablaturas que são encontradas facilmente em bancas de jornal.
O poderoso som da guitarra é inconfundível. Mas nem sempre foi assim. A guitarra elétrica surgiu em 1930. Naquela época o som do instrumento era muito baixo e suave. Para amplificar o som eram usados captadores que funcionavam como microfones. Mas isso fazia com que os bojos das guitarras vibrassem provocando alteração de som que é chamado de “feedback”.
Para resolver este problema Les Paul inventou o corpo maciço da guitarra, que deixou o instrumento na forma como conhecemos hoje em dia.
Em 1931 a Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras. O primeiro modelo de guitarra elétrico a ser comercializado foi a “Electro Spanish”. Mas o principal responsável pela produção em massa e popularização do instrumento foi Leo Fender, criador da mais tradicional fabricante de guitarras que leva seu sobrenome. A Fender também desenvolveu a mais lendária das guitarras, na opinião de muitos: Fender Stratocaster.
A guitarra se popularizou e nos anos 50 e 60 e ganhou espaço no mundo da música.
O instumento é fácil de tocar representando a marca do mundo do rock.
O baixo elétrico é muito similar a uma guitarra elétrica, mas com o corpo maior, um braço mais longo e uma escala mais extensa. Os baixos elétricos mais comuns possuem quatro cordas, e estas são afinadas, tradicionalmente, da mesma maneira que os contrabaixos de orquestra, sendo as mesmas notas que as quatro cordas finais de uma guitarra (i.e. Mi, Lá, Ré, e Sol), mas cada uma destas cordas são afinadas uma oitava mais graves, em tom, do que a guitarra.
O instrumento foi criando em 1951 pelo norte-americano Leo Fender, também responsável pela popularização e produção da guitarra elétrica.
O primeiro modelo se chamava Fender Precision, o novo instrumento, diferentemente ao tradicional contrabaixo, ganhou braço que incorporava trastes, assim como as guitarras.
O baixo elétrico começou a ganhar destaque a partir de 1967, principalmente no rock. O exemplo disso é o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles.
Os anos 70 representa a maturidade do baixo elétrico como potencial de instrumento com o surgimento da disco music. Mas o baixo foi fundamental também para o rock progressivo, jazz fusion, o latin rock, o heavy metal, o punk, o reggae, o funk e a soul music.
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Fontes: Wikipédia, www.contrabaixoeletrico.com.br e http://www.historiadetudo.com/guitarra.html